Prisioneira da noite
Fugitiva do dia
Demónios carregando
Enquanto anjos desaguam em sua ria
Ria de lágrimas
Ria de sabedoria
Ria imunda de asas
Desfeitas por vasta cavalaria
Um mundo pintado por mãos ternas de outrém
Lágrimas manchando arte pura do além
Sangue derramado por nobre picada de rosa negra
Caindo e deslizando por mão de sua alteza
Este modesto e indignado ser por um destino já traçado.
Tons de turquesa e safira
Desvanecendo-se pelo por do sol
Que trás a sua noite querida
Que por fim o libertou da penumbra escurecida
Depois de um bem muito aguardado
A tristeza da perda
Sem querer partir
Sem a querer deixar
Funde-se agora com ela
Por intermédio de estrelas.
skip to main |
skip to sidebar
Subscrever:
Enviar feedback (Atom)



0 comentários:
Enviar um comentário